O projeto, de iniciativa do Legislativo, havia sido aprovado em plenário por cinco votos favoráveis e quatro contrários. Com a aprovação, seguiu para análise do Executivo, que tinha 15 dias úteis para sancionar ou vetar a proposta.
Segundo o prefeito, a decisão considerou a opinião da sociedade, após diálogo com moradores, lideranças comunitárias e entidades locais, que se manifestaram contra a medida. “A decisão não foi baseada na vontade do prefeito ou dos vereadores, mas no que a comunidade manifestou”, explicou Rodrigo Ribeiro.
Com o veto integral, o projeto retorna à Câmara, onde os vereadores decidirão se mantêm ou derrubam a decisão do Executivo. O prefeito reforçou que a ação segue os trâmites legais e respeita o interesse público.

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